Sobre prazo
Um sistema sob medida não é entregue de uma vez, no último dia. O formato é sempre o mesmo: uma primeira versão útil, com o núcleo do processo funcionando, e evolução por entregas a partir dela. Isso permite que a empresa comece a usar antes do projeto terminar e que o escopo se corrija com base no uso real. O prazo do seu caso só pode ser estimado depois do levantamento — número dado antes disso é chute, e chute costuma virar frustração.
O que acontece depois da entrega
Software não é obra que fica pronta. Ele acompanha a empresa: aparece uma regra nova, um relatório que ninguém tinha previsto, um processo que mudou. Por isso a entrega vem com manutenção acordada, correção de falhas, acompanhamento das primeiras semanas e um caminho claro para pedir evolução. Também deixamos definido, desde o início, quem é dono do código e dos dados: eles são da sua empresa.
O que não prometemos
- Não é mais barato que um software pronto no primeiro ano. Sob medida compensa por encaixe e por não exigir contorno diário, não por preço de entrada.
- Não organiza sozinho uma operação sem processo. Se as regras não estão combinadas entre as pessoas, o sistema apenas registra a divergência com mais eficiência.
- Não substitui ERP contábil e fiscal. Em geral o caminho é integrar com o que você já usa nessa frente, não reescrever obrigação fiscal.
- Não funciona sem alguém do seu lado. Precisamos de uma pessoa da sua empresa disponível para decidir regras e validar entregas. É o insumo mais escasso e o que mais atrasa projeto.
Se o volume ainda não justifica um sistema inteiro, comece menor: automatizar os processos que hoje consomem mais tempo costuma resolver bastante — e o diagnóstico ajuda a decidir entre os dois caminhos.